E depois, Messi: «É um génio, não se pode comparar com ninguém», admite Neymar, numa entrevista à revista espanhola XL Semanal, destacando uma «finta curta e seca como mais ninguém tem». «Eu tento, mas...», remata o brasileiro, já apontado, aos 19 anos, como o próximo grande craque global.
Na entrevista o jovem craque do Santos, figura central do defeso por causa do interesse de Real Madrid e Barcelona, mostra-se mais maduro e fala do momento desportivo mais duro da sua vida desportiva. Foi quando discutiu em campo com Dorival Júnior, então treinador do Santos, por este não o ter deixado marcar um penalty. «Às vezes engano-me, acontece a toda a gente. Mas envergonho-me», diz: «Sobretudo quando voltei a casa e vi a minha mãe a chorar. Disse-me que não era filho dela, que aquele não era o filho que ela tinha criado. Disse que queria que eu voltasse a ser o Juninho, como me chamam em casa.»
